A partir de hoje postarei sobre os filmes que assistir, seja no cinema, seja em DVD. Assistir filmes é um dos meus hobbies favoritos, e acredito que ver uma história sendo bem contada tanto nos diverte quanto nos edifica, das mais variadas maneiras.
Começo com um filme que assisti antes de ontem, dia 27/02, no Cinema do Shopping Pátio Brasil, em Brasília: Eastern Promises, de David Cronenberg, traduzido como Senhores do Crime.
O filme conta a história de uma parteira que testemunha a morte de uma garota durante o parto na noite de Natal. A criança sobrevive, e Anna, a parteira, interpretada por Naomi Watts, decide procurar saber mais sobre a mãe da criança a partir do diário, escrito em russo, que estava entre os pertences da jovem garota.
Essa busca acaba levando-a a um jogo perigoso que envolve a máfia russa e os segredos de seus integrantes.
Destaca-se no filme a atuação de Viggo Mortensen, o Aragorn de "O Senhor dos Anéis", além da direção autêntica e firme de David Cronenberg.
Não é um filme para todos, em especial devido à temática adulta de violência, prostituição e drogas que envolve o mundo no qual os personagens vivem. Mas é indiscutível que se trata de uma excelente história, contada de forma simples e eficiente pelo diretor.
Mais informações sobre o filme (inclusive crítica) no site Cinema em Cena.
O filme edifica?
O filme mostra as consequências da ações de pessoas realmente más na vida do próximo. Mostra os males causados pelo egoísmo, pela vida criminosa, pelo desregramento na sexualidade, pelo vício na bebida, nas drogas, dentre outras situações.
Uma lição importante nos é passada pelos exemplos da parteira Anna e do motorista Nikolai: são pessoas que não desistem frente às dificuldades que aparecem (e não são poucas). Mostra-nos que, mesmo sendo difícil, muitas vezes, dar testemunho de vida cristã no trabalho, na faculdade, ou na família, é necessário perseverar. É necessário ser persistente, ser firme naquilo em que se acredita.
Mostra também como há pessoas que vivem uma vida dupla, sendo aparentemente inocentes e inofensivas, enquanto, na verdade, são verdadeiros assassinos. Serve para nós, espectadores, de lição para nossa própria vida, para repensarmos os momentos em que agimos de maneira
hipócrita, mostrando aos outros uma face que não é verdadeiramente nossa.
Mas o filme não pára no pessimismo. No final, de uma maneira bem própria do autor, deixa-nos uma lição de esperança, de que é possível acreditar que há um jeito, de que o mal não vence o bem.
Começo com um filme que assisti antes de ontem, dia 27/02, no Cinema do Shopping Pátio Brasil, em Brasília: Eastern Promises, de David Cronenberg, traduzido como Senhores do Crime.
O filme conta a história de uma parteira que testemunha a morte de uma garota durante o parto na noite de Natal. A criança sobrevive, e Anna, a parteira, interpretada por Naomi Watts, decide procurar saber mais sobre a mãe da criança a partir do diário, escrito em russo, que estava entre os pertences da jovem garota.
Essa busca acaba levando-a a um jogo perigoso que envolve a máfia russa e os segredos de seus integrantes.
Destaca-se no filme a atuação de Viggo Mortensen, o Aragorn de "O Senhor dos Anéis", além da direção autêntica e firme de David Cronenberg.
Não é um filme para todos, em especial devido à temática adulta de violência, prostituição e drogas que envolve o mundo no qual os personagens vivem. Mas é indiscutível que se trata de uma excelente história, contada de forma simples e eficiente pelo diretor.
Mais informações sobre o filme (inclusive crítica) no site Cinema em Cena.
O filme edifica?
O filme mostra as consequências da ações de pessoas realmente más na vida do próximo. Mostra os males causados pelo egoísmo, pela vida criminosa, pelo desregramento na sexualidade, pelo vício na bebida, nas drogas, dentre outras situações.
Uma lição importante nos é passada pelos exemplos da parteira Anna e do motorista Nikolai: são pessoas que não desistem frente às dificuldades que aparecem (e não são poucas). Mostra-nos que, mesmo sendo difícil, muitas vezes, dar testemunho de vida cristã no trabalho, na faculdade, ou na família, é necessário perseverar. É necessário ser persistente, ser firme naquilo em que se acredita.
Mostra também como há pessoas que vivem uma vida dupla, sendo aparentemente inocentes e inofensivas, enquanto, na verdade, são verdadeiros assassinos. Serve para nós, espectadores, de lição para nossa própria vida, para repensarmos os momentos em que agimos de maneira
hipócrita, mostrando aos outros uma face que não é verdadeiramente nossa.
Mas o filme não pára no pessimismo. No final, de uma maneira bem própria do autor, deixa-nos uma lição de esperança, de que é possível acreditar que há um jeito, de que o mal não vence o bem.
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